7 de set de 2013

Resenha - Escolhida

SINOPSE
Neste terceiro livro da série House of Night os acontecimentos tomam um rumo misterioso e perturbador. Zoey tenta encontrar uma solução para ajudar Steve Rae, que luta para manter sua frágil humanidade, antes que ela se transforme num monstro. Entretanto, salvar sua melhor amiga significa ir contra Neferet, e para conseguir o que deseja, Zoey acaba se aliando a uma inesperada pessoa, tornando-se sua confidente e parceira. Para complicar, o horror atinge a Morada da Noite quando dois assassinatos ocorrem. Zoey se vê diante de um drama pessoal e numa posição realmente difícil. Deve guardar segredos, até mesmo de seus amigos, e tomar delicadas decisões, que poderão afetar todos ao seu redor.
Terceiro livro da série A Morada da Noite, que herdou os pontos que eu particularmente não gostei nos livros anteriores: a feitiçaria, os rituais, os momentos depravados e a escrita ruim/forçada. Além disso, ainda consegui enxergar a clara distinção entre os temas vampiro e magia – sendo o primeiro o que prevaleceu mais – as autoras não conseguiram fazer os dois temas parecerem um só...
A capa como sempre não é das melhores e apesar de alguns fãs brasileiros gostarem dessa arte, eu continuo achando que a versão Brasileira poderia ter sido mais criativa.
Em Escolhida, Zoey caiu grandemente em meu conceito devido ao seu comportamento ordinário e de flertar com vários homens, e a pessoa que eu menos gostava tornou-se minha segunda personagem preferida: Aphrodite.

Heath se faz bem mais presente neste livro e eu sinceramente gostei dele, se melhorar um pouco mais ele acabará entrando em minha lista de preferidos! Mas a cada acertada, as Cast acabam dando uma errada feia e neste caso, o erro se resume ao aumento da depravação, que por vezes me fizeram achar que estava num livro erótico para adolescentes...

Entendi perfeitamente a relação que as autoras queriam fazer entre tomar sangue e o prazer sexual, mas não vi necessidade de descrever as sensações calientes e carnais que Zoey sentiu com tanto afinco. Me desagradei com isso, pois não é um gênero que seja muito fã. Mas para não ser injusta vou confessar que achei inusitada a forma como a carimbagem de Zoey e Heath foi rompida, uma ideia diferente e que me deixou até com pena dele.

Outro ponto negativo foram as irritantes repetições, a forma como tudo para a protagonista é “nerd” o tempo todo e um ou outro palavrão que encontrei... Mas estes pontos podem ser superados no final das contas, até porque as burradas de Zoey no decorrer da história são bem maiores que suas repetições.

E foram estas burradas que considerei um ponto forte no livro. Apesar de a protagonista ser uma vampira especial ela é como qualquer outra pessoa e erra tanto quanto os outros; gostei muito desse toque de realidade que as escritoras deram a personagem... Suas atitudes fizeram de sua vida um caos e de repente ela encontrou-se completamente sozinha, sem namorados, sem amigos, sem nada!

Algo bem interessante não é? A Morada da Noite é completamente livre de mocinhas perfeitas, acerta em algumas partes, mas peca horrivelmente em outras.
Opinião Final: O livro possui um ou outro acontecimento um pouco inútil pra série, mas mesmo assim é interessante de se ler – se conseguir ignorar os pontos negativos.
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