9 de abr de 2016

Resenha - O Refúgio

SINOPSE
Após a terceira guerra mundial, um governo internacional aflora, decretando o fim de todas as religiões. Cristãos sufocados pelas restrições impostas organizam-se em movimentos clandestinos. A ação extraordinária de Deus traz novo ânimo aos fiéis, ao mesmo tempo em que a repressão recrudesce a níveis jamais experimentados. Descoberto como agente duplo, Paul Stepola e sua família fogem, por se tornarem alvos prioritários da agência para o qual trabalhava.
A repercussão da severa punição imposta por Deus estremece os pilares do governo central, provocando intensa luta nos bastidores; nem mesmo a população não-cristã está certa se as religiões devem continuar banidas.
A linha dura da repressão não aceita ceder. Por quanto tempo Paul e sua família resistirão aos bombardeios? Quem prevalecerá? Será o fim? A série O Agente chega a seu momento decisivo com o lançamento de O Refúgio, uma ficção futurista de tirar o fôlego e que o fará repensar o presente.
Seguindo o mesmo padrão dos livros anteriores, a capa não apresenta mais nenhuma novidade e também já não impressiona. A história dO Refúgio acontece imediatamente após o segundo livro e por causa disso, inicia com uma boa dose de adrenalina...

Depois de ser descoberto, Paul se vê obrigado a fugir, levando consigo Jae e os dois filhos pequenos. Agora ele não é mais o vilão e não é mais o agente duplo, ele é apenas a vítima...
Apesar de começar em alta, o clima parece amenizar no decorrer dos capítulos, apresentando algumas histórias paralelas a de Paul, relatos sobre os amigos do agente que ficaram na ONP e que já não tinham mais certeza se Deus não existia.

Bia Balaam esta bem mais ativa neste livro e como este é o último da trilogia, logo conclui que haveria momentos decisivos para ela e para Ranold, que se mostrou ainda mais inescrupuloso do que antes (sim, é possível piorar). É difícil dizer qual dos dois me surpreendeu neste final, não posso dar detalhes de nada sem acabar soltando spoiler, mas posso dizer que achei o final de Ranold impressionante e de Bia de cair o queixo! Vale muito a pena ler e descobrir o que acontece com ambos.

Gostei dos relatos paralelos também, o troca-troca de personagens foi meio chato em alguns momentos, mas do meio para o final você se pega em momentos tão envolventes que o troca-troca acaba passando despercebido. Em determinados momentos os relatos paralelos chegaram a ser mais empolgantes que os de Paul, mas o autor foi esperto e logo foi afunilando a história para que o final se concentrasse de novo em nosso Paulo dos tempos modernos.

O único ponto negativo é que meu exemplar continha muitos erros de digitação e isso me deixou meio irritada, pois eram muitos meeeesmo. Entendo que isso não foi falha do autor, mas sintam-se alertados...

Adorei este último livro, confesso que teve muitas coisas inusitadas, algumas que eu realmente não esperava que acontecesse. Não achei o final forçado, como muitos dizem que os livros religiosos são. Muito pelo contrário, achei interessante que o autor tenha deixado uma ponta solta no final, como se a luta de Paul tivesse terminado ali, mas mostrando que o mundo continuaria tendo aflições.

Opinião Final: Recomendo! Livro muito envolvente, com a tão esperada finalização da história de Paul, Jae e os vilões Ranold e Bia... Me impressionou bastante.
Opinião Final da Trilogia: Maravilhosa! Muito frenética, de leitura fácil e trama envolvente, vale a pena conferir e se divertir. A trilogia é um ótimo entretenimento cristão para quem procura pelo gênero :)
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