Como não encontrei nenhuma TAG que resumisse perfeitamente o meu ano literário de 2016, decidi colocar a mão na massa e criar a minha própria!
Aqui estão os melhores e piores momentos das minhas leituras do ano passado. Se você quiser responder a essa TAG no seu blog ou canal, fique à vontade — só não se esqueça de deixar os créditos! 😉
Vamos aos destaques:
1. Total de livros lidos:
33 livros no total. (Os mangás ficaram de fora dessa contagem!)
2. Maior livro:
Insurgente (Veronica Roth) — com 512 páginas.3. Menor livro:
Se Eu Quiser Falar com Deus (Rebbe Nachman de Breslov) — com 63 páginas. Não costumo ler edições de bolso, mas como ganhei de brinde em uma troca, decidi dar uma chance.
4. Melhor livro do ano:
Garota Exemplar (Gillian Flynn). Foi uma decisão difícil, pois li pelo menos quatro histórias incríveis. Mas seria injusto não entregar o primeiro lugar para Garota Exemplar. Foi a obra que mais me surpreendeu em 2016: enredo genial, complexo e com reviravoltas chocantes que fogem de qualquer clichê.
5. Pior livro do ano:
Um Dia (David Nicholls). Aqui não precisei nem pensar duas vezes. Li por conta do clube de leitura do blog Na Estante, mas foi uma enorme decepção para todo mundo. Demorei muito para concluir e peguei uma antipatia enorme pela história.
6. Melhor trilogia/série/saga lida no ano:
Trilogia Jogos Vorazes (Suzanne Collins) 🏆. Ao contrário de outras séries que oscilam bastante entre os volumes, a trilogia de Suzanne Collins se manteve impecável do início ao fim.
7. Livro com a melhor narrativa:
Divergente (Veronica Roth). A escrita da autora é extremamente fluida e objetiva. Ela soube focar no que importava sem se perder em detalhes desnecessários, fazendo com que a imersão na visão da Tris fosse perfeita.
8. Autor(a) mais lido(a):
Empate quádruplo! Li exatos 3 livros de cada um destes autores: Suzanne Collins, Jerry Jenkins, Julia Quinn e Sarah Pinborough.9. Livro(s) que entrou(aram) para os favoritos:
A Trilogia Jogos Vorazes completa e os dois primeiros volumes da Trilogia O Agente (Jerry Jenkins).10. Melhor protagonista (homem e mulher):
Peeta Mellark (Jogos Vorazes). Mesmo com a Capital e os Jogos tentando transformá-lo em um monstro, ele manteve sua essência, doçura e bom coração.
Sophie Beckett (Um Perfeito Cavalheiro, Julia Quinn). A Katniss é incrível, mas a Sophie levou o prêmio pela força moral. Foi preciso muita resiliência para lidar com as atitudes do Benedict e continuar fiel aos seus valores.
Sophie Beckett (Um Perfeito Cavalheiro, Julia Quinn). A Katniss é incrível, mas a Sophie levou o prêmio pela força moral. Foi preciso muita resiliência para lidar com as atitudes do Benedict e continuar fiel aos seus valores.
11. Pior protagonista (homem e mulher):
Ever (Série Os Imortais) e Benedict (Um Perfeito Cavalheiro). Duas personalidades extremamente irritantes que testaram minha paciência ao limite em 2016.
12. Melhor personagem secundário:
Uriah (Trilogia Divergente). É difícil um coadjuvante roubar a cena para mim, mas o Uriah me conquistou por completo com seu carisma e presença.
13. Melhor vilão:
O antagonista de Garota Exemplar (sem spoilers por aqui!). A inteligência, crueldade e frieza dessa mente estrategista superaram qualquer outro vilão que cruzei no ano.
14. Livro com a melhor capa:
Trilogia Encantadas (Sarah Pinborough). As artes de capa são simplesmente deslumbrantes — e felizmente o conteúdo das histórias acompanha o nível estético!
15. Livro com a pior capa:
Despertada (P.C. Cast e Kristin Cast). As capas da série House of Night poderiam ousar muito mais considerando a temática. Entre os que li da série no ano, este disparou como o pior design.
16. Melhor casal:
Anthony e Kate (O Visconde que me Amava, Julia Quinn). A dinâmica de construção do relacionamento e a química entre os dois tornam este casal inesquecível.
17. Pior casal:
Emma e Dexter (Um Dia). Fiquei entre eles e Ever & Damen (Os Imortais), mas Emma e Dexter ganham o prêmio porque a dinâmica entre eles beira o intragável.
18. Melhor releitura do ano:
Jogos Vorazes (Suzanne Collins). Relendo o primeiro volume para engrenar na sequência da trilogia, me lembrei do quanto essa história é poderosa.
19. Melhor livro de não-ficção:
Os Colegas de Anne Frank (Theo Coster). Embora não tenha sido uma leitura extraordinária, foi a que mais se destacou no gênero ao longo do ano.
20. Primeiro e último livro lido no ano:
- Primeiro: Jogos Vorazes (Suzanne Collins)
- Último: Muito Barulho por Nada (William Shakespeare)
Se responder à TAG no seu blog, deixe o link aqui para eu dar uma olhada e pegar novas indicações. Boas leituras e até o próximo post! 💛
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